ON-LINE DESDE 2001
Especialistas em Esportes de Combate e Artes Marciais

RECEBA DINHEIRO
A CADA COMPRA!

Envio para todo o mundo

No taekwondo olímpico o ponto não é concedido por um árbitro que levanta a mão. Ele o atribui a um colete que mede o impacto e o transmite para um placar. O sistema se chama PSS, Protetor e Sistema de Pontuação, e mudou a forma como lutamos, treinamos e compramos equipamentos.

Vamos começar explicando como essas proteções são feitas. O modo como a pontuação funciona será discutido mais tarde e será melhor compreendido.

1. O que são proteções eletrônicas

O PSS é o conjunto de proteções que contém os sensores e o sistema que registra seus acertos. Não é um produto único: é uma cadeia de peças que têm que funcionar juntas, e nas competições do calendário WT todas elas têm que ser aprovado pela WT.

Há um detalhe que desorienta quem está começando no esporte competitivo. Para os campeonatos promovidos pela federação é o A própria WT escolhe a empresa fornecedora do PSS. O sistema que você treinou na academia e aquele que você encontrará no tatame de uma competição internacional podem ser de marcas diferentes e a escolha não é sua.

2. As peças do sistema, uma por uma

O colete eletrônico

É a peça central. Registra ocorrências no log e as transmite ao sistema de pontuação. O regulamento define com precisão a área válida: a área de cor azul ou vermelha do corpete. Fora dessa área o tiro não produz ponto, mesmo que caia de forma limpa.

Para treinamento no catálogo existe Armadura eletrônica Daedo.

O capacete eletrônico

Aqui a área válida é mais generosa do que muitos pensam: toda a cabeça acima da linha inferior do bob. Quanto à cor, porém, o regulamento não deixa margem: apenas azul ou vermelho, e uma cor diferente exclui você da competição.

O capacete também possui procedimento próprio. Ao entrar na área de jogo, é usado sob o braço esquerdo e usado na cabeça por indicação do árbitro, após a saudação. Nada é usado na cabeça além do capacete: os objetos religiosos ficam por baixo.

Sapatos sensorizados

Fazem parte do sistema que o atleta traz de casa e isso faz deles a peça em que vale a pena investir. O regulamento os nomeia como membros do PSS e exige que, antes da partida, o árbitro verifique se sistema e calçados de ambos os atletas funcionam. Também permite que você ignore esta verificação para acelerar o gerenciamento da corrida, o que é um bom motivo para verificá-las em casa.

Um exemplo é o protetor de pé com protetor de pé de 15 sensores X-Gen3: O número de sensores dá uma ideia de quanto a superfície do pé está coberta.

Luvas sensorizadas

O regulamento prevê a sua utilização, quando aplicável, para pontos de punção. Quando há, o sistema detecta o impacto e os juízes de escanteio validam a técnica.

3. O limite de impacto é calibrado, não fixo

Este é o aspecto menos conhecido do hardware e para quem o treina é o mais útil. O nível de impacto exigido e a sensibilidade do PSS são estabelecidos pela comissão técnica da WT, com diferentes escalas para categoria de peso, sexo e faixa etária. Quando necessário, o delegado técnico pode recalibrar o limite válido.

A consequência é concreta. O poder que faz você pontuar não é um valor absoluto e, ao mudar de categoria ou faixa etária, o limite muda. Treinar com um colete eletrônico também ajuda a entender onde está esse limite para você.

4. Adulteração e integridade do sistema

Em equipamentos que marcam pontos por si só, os regulamentos são rigorosos. Se o árbitro na mesa de controle ou os árbitros em campo determinarem, após consultar o técnico do PSS, que um atleta ou técnico tentou alterar a sensibilidade dos sensores ou modificar o sistema, o atleta será desclassificado. A manipulação de sensores ou de qualquer parte do PSS também aparece entre as infrações graves.

Duas técnicas são proibidas justamente em relação ao hardware: no corpo a corpo não se ataca o colete eletrônico com a lateral ou sola do pé, e não se bate na parte de trás do capacete.

5. Como nasce um ponto

A pontuação é determinada principalmente através do sistema eletrônico instalado nas proteções. Nem tudo passa por sensores e a divisão de tarefas é precisa.

  • Chutes no tronco e na cabeça: validade, nível de impacto e contato na área válida são estabelecidos pelo sistema.

  • Socos: método semiautomático. O PSS mede a potência, os juízes avaliam a precisão e atribuem pontos com dispositivos manuais. Com luvas sensorizadas, ambas as condições são necessárias.

  • Chutes rolantes: os juízes atribuem o ponto adicional, e caduca se o chute não tiver sido registrado como válido pelo PSS. É a regra que decide mais partidas do que você imagina.

  • Sem capacete eletrônico: os chutes na cabeça são avaliados pelos juízes com aparelhos manuais.

O número de juízes de canto depende de quanto trabalho o sistema realiza. Com três juízes são necessárias pelo menos duas confirmações, com dois juízes ambas são necessárias. Quando o tronco e a cabeça são controlados pelo respectivo PSS e os punhos pelas luvas sensorizadas, a partida pode ser dirigida com um único juiz de canto.

As decisões do sistema sobre validade, impacto e contato eles não estão sujeitos à reprodução de vídeo. A única exceção é um chute na cabeça que não marcou ponto, e apenas o árbitro central pode solicitar um replay. Por suspeita de falta o treinador pode pedir um teste de PSS na segunda ou terceira rodada, mas se o sistema funcionar ele perde sua cota de reclamações.

Um detalhe para os espectadores: nos placares a pontuação pode ser mostrada no formato “Health Bar” ou “Life Bar”, como em um videogame.

6. O que você compra e o que o torneio oferece

A comissão organizadora dos campeonatos promovidos pela WT prepara às suas custas corpete e capacete eletrônicos com todos os componentes, os tapetes, o sistema de reprodução de vídeo e um estoque reserva de outras proteções, incluindo calçados sensorizados.

O atleta, porém, Traga seu próprio equipamento de proteção, luvas e protetor bucal. A reserva da organização é uma rede de segurança, não um dom no qual confiar.

Leitura para quem compra: o colete eletrônico é um investimento para academia e clube, pois nas competições internacionais você já encontra por lá. Calçados sensorizados e proteção individual são despesas individuais e não vale a pena economizar com isso.

7. Não há circuito ITF

O sistema eletrônico pertence ao mundo WT. O regulamento da ITF não prevê pontuação eletrônica: os pontos são atribuídos pelos árbitros, e as proteções servem para proteger e identificar o escanteio, vermelho ou azul, sem registrar nada.

Quem passa de um circuito para outro, portanto, também muda a forma de pontuar. Falamos sobre as diferenças entre os dois regulamentos em guia para dobok e as diferenças entre WT e ITF.

Perguntas frequentes

O que significa PSS no taekwondo?

PSS significa Protector and Scoring System: o conjunto de protetores equipados com sensores e o sistema que registra acertos. Inclui colete eletrônico, capacete eletrônico e sapatos sensorizados e, quando aplicável, luvas sensorizadas. Nas competições do calendário do WT deverá ser aprovado pela federação.

Onde fica a área válida do colete eletrônico?

A área azul ou vermelha do corpete. Um chute que cai fora dessa área não marca pontos. No capacete a área válida é toda a cabeça acima da linha inferior da proteção.

O corpo eletrônico atribui todos os pontos?

Não. O sistema determina a validade, o nível de impacto e o contato inicial. Os punch points seguem um método semiautomático, onde o PSS mede a potência e os juízes avaliam a precisão. O ponto adicional para o chute giratório é atribuído pelos juízes e caduca se o chute não for registrado como válido pelo sistema.

Preciso comprar o colete eletrônico para competir?

Nos campeonatos promovidos pela WT o colete eletrônico e o capacete são elaborados pela comissão organizadora. O atleta traz equipamento de proteção próprio, luvas e protetor bucal. O colete eletrónico continua a ser uma compra sensata para treinos e para clubes, onde ajuda a habituar-se ao limiar de impacto.

A sensibilidade do sistema é sempre a mesma?

O nível de impacto e a sensibilidade são estabelecidos pela comissão técnica do WT com diferentes escalas por categoria de peso, sexo e faixa etária, podendo o delegado técnico recalibrá-las quando julgar necessário.

Um ponto atribuído pelo PSS pode ser contestado?

As decisões do sistema não estão sujeitas à reprodução de vídeo. A única exceção é um chute na cabeça que não marcou ponto, e apenas o árbitro central pode solicitar um replay. Por suspeita de falta o treinador pode pedir um teste na segunda ou terceira rodada, mas se o PSS funcionar ele perde sua cota de reclamações.

O que acontece se o sistema for violado?

A desqualificação. Se os árbitros determinarem, após consulta ao técnico do PSS, que um atleta ou treinador tentou alterar a sensibilidade dos sensores ou modificar o sistema, o atleta será desclassificado.

Em resumo

Os protetores eletrônicos são uma cadeia de peças homologadas que devem funcionar em conjunto, com área válida desenhada no próprio protetor e limite de impacto calibrado por categoria. O ponto tem origem no sensor para chutes, sensor e juiz para socos, e o bônus de chute giratório depende da validação do sistema.

No nível de compras, a divisão é clara. Você encontra colete e capacete eletrônicos nas competições, e comprá-los faz sentido para os treinos. Você traz calçados sensorizados e proteção individual.

Encontre equipamentos eletrônicos e proteção para taekwondo no seção de taekwondo.

Referências: Regras e Interpretação de Competição do WT, em vigor a partir de 1º de janeiro de 2026, para uniformes e equipamentos do competidor, áreas de pontuação e critérios de validade, pontuação, ações proibidas, protestos e replays de vídeo. A informação prestada tem carácter informativo: para os requisitos da competição são válidos os regulamentos em vigor à data da competição, a verificar junto do seu clube desportivo.